Washington impôs sanções a oito funcionários venezuelanos na quarta-feira por seu papel na criação de um corpo legislativo poderoso.

Demonstradores bloqueiam uma rua em uma manifestação contra o governo do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, em Caracas, Venezuela, em 8 de agosto de 2017.
Demonstradores bloqueiam uma rua em uma manifestação contra o governo do presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, em Caracas, Venezuela, em 8 de agosto de 2017.

CARACAS / WASHINGTON (Reuters) – Washington impôs sanções a oito funcionários venezuelanos na quarta-feira por seu papel na criação de um corpo legislativo poderoso e fiel ao presidente Nicolas Maduro, enquanto um prefeito-virado-fugitivo pediu mais protestos anti-governo.

As novas sanções dos EUA visavam políticos e figuras de segurança, mas pararam de ações contra a indústria vital do petróleo da Venezuela. As sanções do setor de energia, que poderiam paralisar a economia já em vias da Venezuela, ainda estão sendo consideradas, disseram autoridades americanas.

As sanções seguiram a instalação da sexta-feira de um super-corpo legislativo conhecido como a assembléia constituinte, constituída inteiramente por aliados do Partido Socialista dominante e armada com o poder de reescrever a constituição.

A primeira ação da assembléia foi disparar o promotor-chefe da Venezuela, que acusou Maduro de abusos dos direitos humanos, confirmando os temores da oposição de que a assembléia purgasse o governo das vozes dissidentes.

A Suprema Corte lealista de Maduro, entretanto, intensificou a acusação de políticos da oposição, incluindo Ramon Muchacho, prefeito do rico distrito de Chacao, capital de Caracas.

Muchacho apareceu em um vídeo filmado em um local secreto depois que o tribunal o tirou do cargo e condenou-o a 15 meses de prisão na terça-feira por não ter interrompido protestos contra o governo em seu distrito.

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