Jogos: China procura muito para cumprir a visão 2020

O poderío olímpico da China decidiu aproveitar sua diáspora com os olhos nos Jogos de 2020 em Tóquio, informou a agência de notícias estatal Xinhua.

A China liderou a mesa da medalha quando Pequim recebeu os Jogos de 2008 antes de deixar o segundo lugar em Londres (2012) e terceiro no Rio de Janeiro no ano passado.

Em uma “reforma sem precedentes”, o órgão de governo do esporte do país convidou atletas com sede no exterior para competir nos 13º Jogos Nacionais de 27 de agosto a 8 de setembro, segundo o relatório.

“Decidimos convidar atletas de alto nível da diáspora chinesa a participar dos 26 eventos esportivos competitivos dos Jogos Nacionais”, afirmou Li Yingchuan, vice-ministro da Administração Geral de Esportes do Estado da China.

Liu Xiaonong, diretor do Departamento de Esportes Competitivos, disse que os atletas devem provar que eram competitivos.

“Se considerarmos o talento entre os atletas chineses no exterior, e se eles tiverem cidadania chinesa, possivelmente os recrutaremos em preparação para os Jogos Olímpicos de 2020”, disse Liu.

A China estabeleceu uma equipe de hockey sobre gelo que inclui chineses no exterior em Vancouver, na medida em que busca melhorar o desempenho dos Jogos Olímpicos de Inverno antes dos Jogos de 2022 em Pequim.

“Formamos essa equipe para ajudar a formação da equipe nacional e competir com eles regularmente, para melhorar o nível de competência dos nossos jogadores”, disse o ministro Li.

(Reportagem de Amlan Chakraborty em Nova Deli, edição de John O’Brien)