Coreia do Sul aprova orçamento recorde de U$2,6 mi para visita olímpica de norte-coreanos

O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, convidou esportistas, torcedores e autoridades da Coreia do Norte Coreia do Sul aprova orçamento recorde de U$2,6 mi para visita olímpica de norte-coreanos.

O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, convidou esportistas, torcedores e autoridades da Coreia do Norte para os Jogos na tentativa de arrefecer meses de tensão entre Pyongyang,

Equipe de líderes de torcida da Coreia do Norte em Pyeongchang, na Coreia do Sul 14/02/2018 REUTERS/Mike Segar

SEUL (Reuters) – A Coreia do Sul aprovou nesta quarta-feira o gasto de um valor recorde equivalente a 2,64 milhões de dólares para financiar a hospedagem de centenas de norte-coreanos durante a Olimpíada de Inverno de Pyeongchang.

O Ministério da Unificação disse que os recursos serão usados para gastos como acomodações e alimentação para a torcida organizada, a orquestra, atletas de taekwondo, jornalistas e pessoal de apoio que visitaram ou ainda se encontram na Coreia do Sul devido aos Jogos.

O grupo como um todo soma 424 norte-coreanos.

O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, convidou esportistas, torcedores e autoridades da Coreia do Norte para os Jogos na tentativa de arrefecer meses de tensão entre Pyongyang, Seul e Washington devido aos programas nuclear e de mísseis do regime.

A cifra final do pagamento total por todos os norte-coreanos que visitaram o país durante o evento será revelada mais tarde, disse o porta-voz do ministério, Baik Tae-hyun, em um boletim.

Os custos para acolher a delegação de autoridades de alto nível, que incluiu Kim Yo Jong, irmã do líder norte-coreano, Kim Jong Un, não saíram do orçamento governamental, acrescentou Baik, sem dar detalhes.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) arcará com os gastos de 22 atletas norte-coreanos também presentes no vizinho do sul.

As viagens entre as duas Coreias têm sido impossíveis sem a aprovação dos dois governos desde a guerra de 1950-53, que dividiu a península e terminou em uma trégua, e não um tratado de paz.

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