ONU amplia sanções contra Coreia do Norte em 1º acordo entre EUA e China sob Trump,após os repetidos testes com mísseis feitos pelo país, adotando a primeira resolução do tipo acertada entre os Estados Unidos e a China, a única aliada de Pyongyang

O conselheiro de segurança nacional de Trump, Michael Flynn, disse que o Washington estava pondo o Irã em alerta sobre sua "atividade desestabilizadora", e Trump twittou que Teerã estava "brincando com fogo"
O conselheiro de segurança nacional de Trump, Michael Flynn, disse que o Washington estava pondo o Irã em alerta sobre sua “atividade desestabilizadora”, e Trump twittou que Teerã estava “brincando com fogo”

Por Michelle Nichols

NAÇÕES UNIDAS (Reuters) – O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ampliou nesta sexta-feira sanções contra a Coreia do Norte após os repetidos testes com mísseis feitos pelo país, adotando a primeira resolução do tipo acertada entre os Estados Unidos e a China, a única aliada de Pyongyang, desde que o presidente norte-americano Donald Trump tomou posse.

O governo Trump tem pressionado a China agressivamente para que o país contenha seu vizinho, alertando que todas as opções estão na mesa se a Coreia do Norte insistir com seus programas nuclear e de mísseis.

O acréscimo de nomes à lista negra da ONU –um grupo que fica proibido de viajar e terá seus ativos congelados– é a sanção mínima que o Conselho de Segurança pode adotar e acontece depois de cinco semanas de negociações entre EUA e China.

A resolução, aprovada por unanimidade pelo conselho de 15 membros, sanciona quatro entidades, incluindo o Banco Koryo, e 14 pessoas, incluindo o chefe das operações de espionagem no exterior de Pyongyang.

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