Brasil Congresso sinaliza aprovação do teto de gastos: Meirelles. O ministro das Finanças Henrique Meirelles, disse na quinta-feira que o Congresso

Brazil's Finance Minister Henrique Meirelles smiles during an interview with Reuters in Brasilia, Brazil, June 2, 2016. REUTERS/UESLEI MARCELINO
Brazil’s Finance Minister Henrique Meirelles smiles during an interview with Reuters in Brasilia, Brazil, June 2, 2016.
REUTERS/UESLEI MARCELINO

O ministro das Finanças Henrique Meirelles, disse na quinta-feira que o Congresso já sinalizou que está disposta a aprovar medidas duras para controlar os gastos, como o Brasil luta para emergir da sua pior recessão desde a década de 1930.

Meirelles disse que está confiante de um escândalo político que custou o emprego de dois dos ministros do gabinete do presidente interino Michel Temer não vai prejudicar os esforços planejados para promulgar um teto permanente para a despesa pública.

“Esta é uma discussão chave que não está sujeita a mudanças de humor do momento”, disse Meirelles à Reuters. “Eu recebi sinais favoráveis do Congresso, que tem a vontade de resolver este problema estrutural.”

Temer, que substituiu suspensa presidente Dilma Rousseff enquanto ela passa por um processo de impeachment no Senado, deslocou-se em direção a políticas mais favoráveis ao mercado para resgatar uma economia entrando em seu segundo ano de recessão.

Embora o limite máximo de gastos proposto tem sido elogiado pelos mercados, muitos economistas acreditam que não é suficiente para cobrir um déficit fiscal que pode chegar a 10 por cento do produto interno bruto para um segundo ano consecutivo.

Sem quaisquer cortes de gastos imediatos e aumentos de impostos que levaria anos para o Brasil para cobrir o déficit fiscal que custam ao país o grau de investimento cobiçado em 2015, muitos economistas dizem.

teto de gastos proposto pelo governo Temer iria limitar o crescimento das despesas com a taxa de inflação do ano anterior.

Conectando um déficit fiscal maciça poderia ser feito mais rapidamente do que alguns no mercado esperar, enquanto o novo governo se concentra em reformas de longo prazo, Meirelles disse em uma entrevista.

Meirelles disse que os gastos com educação e saúde, que Temer prometeu não cortar, poderiam ser autorizados a aumentar mais rapidamente do que a inflação, enquanto outras despesas crescer menos.

TURBULÊNCIA POLÍTICA

Um dos assessores mais próximos de Temer, chefe de gabinete presidencial Eliseu Padilha, disse que a turbulência política que se arrastou para baixo os mercados apenas 20 dias para a sua Presidência não vai prejudicar os esforços para reanimar a economia.

Em uma entrevista separada, Padilha disse que o governo está muito confiante de que o Senado vai votar para condenar Rousseff por quebrar as leis do orçamento, e espera que isso aconteça o mais rápido possível para eliminar qualquer dúvida sobre a legitimidade de Temer.

“O governo terá, então, mais autoridade política para agir”, disse Padilha. Ele esperava que a votação poderia vir tão logo o final de julho, antes do Brasil detém os Jogos Olímpicos em agosto.

maior economia da América Latina diminuiu para um quinto trimestre consecutivo no início de 2016, a instabilidade política e o escândalo de corrupção arrebatadora centrada na empresa estatal de petróleo Petrobras pesou sobre a atividade. O produto interno bruto caiu 5,4 por cento ante o ano anterior e o desemprego atingiu 11,2 por cento.

No espaço de uma semana, Temer teve de abandonar ministro do Planejamento, Romero Jucá, uma figura-chave na obtenção de medidas de austeridade aprovadas pelo Congresso, eo ministro encarregado da luta contra a corrupção, Fabiano Silveira, gravações depois que vazaram sugeriu que eles tinham tentado inviabilizar a Petrobras investigação.

Além equilibrar o orçamento, o plano de Temer para reavivar a economia busca um papel reduzido para o Estado e dar mais espaço para os investidores privados, especialmente no sector da energia, disse ele.

Padilha disse que a reforma do sistema de pensões generosas do Brasil, o maior item que pesa sobre as contas públicas, será promulgada antes do final do ano, apesar de uma proposta que está sendo elaborado com os sindicatos foi adiada por mais 15 dias.

Reforma das leis trabalhistas para tornar o Brasil mais competitivo que virá a seguir, mas revisão do sistema fiscal onerosa e complexa país não é sobre os cartões ainda.

Passagem na semana passada do orçamento de 2015, que autoriza um défice sem precedentes de 170 bilhões de reais ($ 47,1 bilhões) este ano, era um sinal de que Temer faz apreciar a maioria de que necessita para avançar com as medidas de austeridade.

Brasil poderia equilibrar o seu orçamento em 2018 sem ter de aumentar os impostos, de acordo com Padilha.

(Reportagem adicional de Lisandra Paraguassú e Marcela Ayres, Edição de Alistair Bell)

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