arroz de hauçá é um prato típico da culinária da Região Nordeste do Brasil

hauçá é um prato típico da culinária da Região Nordeste do Brasil

O arroz de hauçá é um prato culinária da Região Nordeste do Brasil, especialmente do estado da Bahia.

O arroz de hauçá é um prato típico da culinária da Região Nordeste do Brasil, especialmente do estado da Bahia.
O arroz de hauçá é um prato típico da culinária da Região Nordeste do Brasil, especialmente do estado da Bahia.

É um arroz sem sal, cozido com bastante água exatamente para ficar mais cozido e quase desmanchando. Consome-se com molho de pimenta-malagueta, cebola e camarão ralados na pedra, e carne-seca frita com alho e cebola. Ou somente com a carne-seca refogada.

No candomblé, é uma comida ritual trazida da África pelo povo hauçá, cozido somente com bastante água: não se coloca óleo, tempero, ou sal, pois será oferecido a Oxalá e Iemanjá, podendo ainda ser oferecido a todos os orixás, em formato de bolas ou numa tigela.

Angu é um prato típico da culinária brasileira preparado com fubá

Angu é um prato típico da culinária brasileira preparado com fubá

Angu é um prato típico da culinária brasileira preparado geralmente com fubá (farinha de milho), pouca água e sal escaldados.
Angu é um prato típico da culinária brasileira preparado geralmente com fubá (farinha de milho), pouca água e sal escaldados.

Angu é um prato típico da culinária brasileira preparado geralmente com fubá (farinha de milho), pouca água e sal escaldados. Nas regiões em que houve influência de imigrantes italianos, o angu passou a ser conhecido como polenta, prato italiano com receita praticamente igual. Além da receita utilizando farinha de milho, o angu também pode ser preparado com farinha de mandioca ou com farinha de arroz.

O nome “angu” vem da palavra àgun do idioma africano fon da África Ocidental,onde a palavra se referia a uma papa de inhame sem tempero.

A palavra também pode provir do ioruba a’ngu. Vale observar, entretanto, que, a partir de 1498, os portugueses começaram a propagar o milho pela costa africana, começando na bacia do Congo. A palavra “angu” passou a ser usada no Brasil para papas feitas com farinha de mandioca ou de milho, as quais eram acompanhadas por miúdos de carne de vaca ou de porco.

Com o tempo, a palavra “angu” passou a ser usada apenas para as papas feitas com fubá, enquanto as papas feitas de farinha de mandioca passaram a ser chamadas de pirão.

Acaçá Àkàsà ou Eko é uma comida ritual do candomblé

Acaçá Àkàsà ou Eko é uma comida ritual do candomblé e da cozinha da Bahia

Colocar a folha na palma da mão esquerda com o polegar dobrar a primeira ponta da folha sobre a massa,

 Acaçá Àkàsà ou Eko é uma comida ritual do candomblé e da cozinha da Bahia
Acaçá Àkàsà ou Eko é uma comida ritual do candomblé e da cozinha da Bahia

O Acaçá Àkàsà ou Eko é uma comida ritual do candomblé e da cozinha da Bahia. Feito com milho branco ou vermelho, que fica de molho em água de um dia para o outro, e deve ser depois passado em um moinho para formar a massa que será cozida em uma panela com água, sem parar de mexer, até ficar no ponto. Este se adivinha quando a massa não dissolve, se pingada em um copo com água. Ainda quente, pequenas porções da massa devem ser embrulhadas em folha de bananeira já limpa, passada no fogo e cortada em pedaços de igual tamanho, para ficar tudo harmonioso.

Colocar a folha na palma da mão esquerda e colocar a massa. Com o polegar dobrar a primeira ponta da folha sobre a massa, dobrar a outra ponta cruzando por cima e virando para baixo, fazendo o mesmo do outro lado. O formato que resulta é o de uma pirâmide retangular.

Todos os orixás recebem o acaçá como oferenda.

Aberém é prato típico da cozinha da Bahia, bolinho

Aberém é prato típico da cozinha da Bahia, bolinho

Aberém bolinho de origem afro-brasileira, feito de milho ou arroz moído na pedra

Aberém é prato típico da cozinha da Bahia, bolinho
Aberém é prato típico da cozinha da Bahia, bolinho

Aberém é prato típico da cozinha da Bahia, bolinho de origem afro-brasileira, feito de milho ou arroz moído na pedra, macerado em água, salgado e cozido em folhas de bananeira secas.[1] No candomblé, é utilizada como comida-de-santo, sendo oferecida a Omolu e Oxumaré.

O aberém pode ser servido como acompanhamento para pratos salgados ou como sobremesa.

Abará é um bolinho de feijão-fradinho moído cozido em banho-maria

O Abará é um bolinho de feijão-fradinho moído cozido em banho-maria embrulhado em folha de bananeira. É um prato típico da culinária baiana.

Abará é um bolinho de feijão-fradinho moído cozido em banho-maria embrulhado em folha de bananeira.

O Abará é um bolinho de feijão-fradinho moído cozido em banho-maria embrulhado em folha de bananeira. É um prato típico da culinária baiana.
O Abará é um bolinho de feijão-fradinho moído cozido em banho-maria embrulhado em folha de bananeira. É um prato típico da culinária baiana.

É feito com a mesma massa que o acarajé: a única diferença é que o abará é cozido, enquanto o acarajé é frito.

O preparo da massa é feito com feijão fradinho, que deve ser quebrado em um moinho em pedaços grandes e colocado de molho na água para soltar a casca. Após retirada toda a casca, passa-se novamente no moinho. Desta vez, deverá ficar uma massa bem fina. A essa massa, acrescentam-se cebola ralada, sal, camarão seco e azeite de dendê.

Quando for comida de ritual, coloca-se um pouco de pó de camarão, e, quando fizer parte da culinária baiana, colocam-se camarões secos previamente escaldados para tirar o sal. Os camarões secos podem ser moídos junto com o feijão, preservando-se alguns inteiros.

Essa massa deve ser envolvida em pequenos pedaços de folha de bananeira, analogamente ao processo usado para se fazer o acaçá, e deve ser cozido no vapor em banho-maria. Pode ser comido puro, mas, geralmente, é ingerido com camarão, caruru, vatapá e salada, e, para quem gosta, pimenta.

Hello world!duas maneiras de se preparar os pratos “afros”

Na Bahia existem duas maneiras de se preparar os pratos “afros”. Uma mais simples, sem muito tempero, que é feita nos terreiros de candomblé.

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Na Bahia existem duas maneiras de se preparar os pratos “afros”. Uma mais simples, sem muito tempero, que é feita nos terreiros de candomblé para serem oferecidos aos Orixás, e a outra, fora dos terreiros, onde as comidas são preparadas e vendidas pela baiana do acarajé e nos restaurantes, e nas residências, que são mais carregadas no tempero e mais saborosas.

Diz Afrânio Peixoto, historiógrafo, em seu livro Breviário da Bahia, que “a Bahia é um feliz consórcio do melhor de Portugal – a sobremesa e a preferência pelos pescados, e da Costa da África – o óleo de dendê, com outros temperos e condimentos, e pimenta, muita pimenta benzendo tudo. (…) Pouca coisa do índio, que não tinha quase cozinha.”!