Os promotores disseram que a unidade brasileira do BNY Mellon, que gerenciou parte dos ativos detidos pelo fundo de pensão da Correio.Os promotores brasileiros pedem que a unidade BNY Mellon devolva US $ 2,5 bilhões ao fundo local.

Os promotores brasileiros pedem que a unidade BNY Mellon devolva US $ 2,5 bilhões ao fundo local
O banco de Nova York Mellon Corp. edifício em 1 Wall St. é visto no distrito financeiro de Nova York em Nova York, EUA 11 de março de 2015. REUTERS / Brendan McDermid / File Photo

(Esta história corrige o sétimo parágrafo para dizer ‘gerente fiduciário’, e não ‘administrador fiduciário’, na declaração BNY Mellon.)

SAO PAULO (Reuters) – Os promotores brasileiros pediram na quinta-feira que a unidade local do Banco de Nova York Mellon Corp ( BK.N ) retorna 8,2 bilhões de reais (US $ 2,56 bilhões) ao fundo de previdência local Postalis, de acordo com um comunicado.

Os promotores disseram que a unidade brasileira do BNY Mellon, que gerenciou parte dos ativos detidos pelo fundo de pensão da Correio, causou perdas no fundo.

De acordo com os promotores, o BNY não conseguiu monitorar os riscos que a Postalis estava sujeita como resultado dos investimentos e não cumpriu as regras locais de alocação de ativos.

Um tribunal de São Paulo agora decidirá se o banco enfrentará acusações. Em um comunicado, o Bank of New York Mellon disse que ainda não recebeu comunicação formal sobre a ação dos promotores federais envolvendo o banco.

A Correios está processando o banco.

“Acreditamos que as acusações dos promotores federais repetem acusações infundadas nesses processos”, afirmou a unidade brasileira do BNY Mellon em um comunicado.

“Os promotores federais sugerem que os administradores fiduciários são responsáveis ​​pelas decisões de investimento, o que não é verdade”, acrescentou o comunicado.

Relatório de Iuri Dantas e Carolina Mandl; Editando por Bill Trott e Lisa Shumaker

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