Dia do Indígena é celebrado em estação de metrô em Salvador. A língua indígena não causou estranhamento ao público, pelo contrário, chamou a atenção e todos se motivaram a cantar algumas palavras.

19 de abril dia do índio - chamou a atenção e todos se motivaram a cantar algumas palavras.
chamou a atenção e todos se motivaram a cantar algumas palavras.

Hora do rush, população saindo do trabalho e uma surpresa na estação de metrô em Pirajá, nesta terça-feira (18). Mesmo quem já está cansado, como Fernanda Bastos, se junta à Orquestra Museofônica para cantar, dançar e tocar maracá, em homenagem ao dia do índio. A atividade, intitulada de “Tributo ao indígena brasileiro: máscaras que tocam”, é uma homenagem da CCR Metrô Bahia em parceria com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac).

A língua indígena não causou estranhamento ao público
A língua indígena não causou estranhamento ao público, pelo contrário, chamou a atenção e todos se motivaram a cantar algumas palavras.

Fernanda afirmou que ficou encantada. “O trabalho é um pouco estressante e aí, quando a gente vem na intenção de chegar logo em casa para descansar, vê esse trabalho perfeito, maravilhoso que não estamos acostumados, é muito gratificante e lindo. Eu me encantei e não perdi tempo, esse tempo que participei da atividade eu ganhei, foi precioso”.

A língua indígena não causou estranhamento ao público, pelo contrário, chamou a atenção e todos se motivaram a cantar algumas palavras. As vestimentas tradicionais também despertavam a curiosidade de quem embarcava ou desembarcava no metrô. Os instrumentos apresentados são todos da Orquestra Museofônica.

O músico Cláudio Silva está no projeto desde 2012. “O metrô é um lugar onde as pessoas passam com tanta velocidade, e conseguir fazê-las parar para ver nossas atividades é muito gratificante. Além disto a apresentação divulga o nosso trabalho. Já temos uma grande demanda de apresentação, mas a partir destas ações no metrô acabamos sendo mais conhecidos e recebendo mais convites”.

Para a coordenadora do Núcleo de Articulação Territorial de Museus do Ipac, Fátima Soledade, a vantagem de fazer estas atividades nas estações é que as pessoas passam, algumas fotografam, outras param, mas todos notam. “Estas atividades vão acontecer todos os meses durante o ano.

É uma forma de divulgar a riqueza e a diversidade da nossa cultura. Desde o ano passado a gente já deu início a estas atividades. Já fizemos uma oficina do Novembro Negro, em fevereiro fizemos uma oficina de máscaras, em referência ao carnaval de Maragojipe, patrimônio imaterial da Bahia, e mês passado fizemos uma exposição em homenagem aos 468 anos de Salvador.

O gestor de atendimento e operações da CCR Metrô Bahia diz que ações desta natureza promovem o exercício da cidadania. “Isso faz com que o usuário possa ter contato com uma atividade que enaltece a diversidade cultural. Esta já é a quinta atividade em parceria com o Ipac, desde o início da operação do metrô. Nas datas comemorativas sempre tem alguma atividade cultural em uma estação do metrô. Já tivemos também com a Neojibá, atividades para comemorar o Dia Internacional da Mulher, das Crianças, são diversas as iniciativas”.

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