A ocupação da Amazônia: Borracha, madeira, soja, minério, pecuária levaram brasileiros de todas as regiões à Amazônia.inicialmente pertenceu ao Reino Espanhol pelo tratado de Tordesilhas

A ocupação da Amazônia: Borracha, madeira, soja, minério, pecuária
A ocupação da Amazônia: Borracha, madeira, soja, minério, pecuária

Por Redação Edmundo Nascimento | quarta-feira, 12 de julho de 2017 – 21h39

O atual território compreendido pelo estado do Amazonas foi resultado, de tratados, missões religiosas e escassas mais em conta, algumas rebeliões indígenas no território amazônico, inicialmente pertenceu ao Reino Espanhol pelo tratado de Tordesilhas e foi posteriormente anexado pela Coroa Portuguesa, em missões pelas terras da região, após a independência do Brasil, no ano de 1822, tais fronteiras internacionais do estado estavam indefinidas até a assinatura do Tratado de Bogotá.

O Amazonas é um estado no noroeste da Região Norte do Brasil, pesquisas arqueológicas apontam ocupações pretéritas por grupos paleoindígenas de caçadores, coletores, onde foram datadas acerca de 11.200 anos antes da data presente. O período de maior desenvolvimento humano nas terras baixas Amazônicas é conhecido como pré-colombiano tardio, que coincide com a invasão europeia, nos séculos XVI e XVII, e a desestruturação sociopolítica de sociedades complexas, chamados de cacicados complexos, que ocupavam a calha do Rio Amazonas e terras a dentro. O estado já foi parte de uma unidade administrativa portuguesa denominada Estado do Maranhão e Grão-Pará, com a capital de governo em São Luiz do Maranhão, posteriormente a capital foi transferida para a cidade de Santa Maria de Belém do Grão-Pará (Atual Belém) e passou a se chamar Estado do Grão-Pará e Rio Negro, após a fundação administrativa da Capitania do Rio Negro, com sede em Barcelos e subordinada nos mandos da capital da província. Também é valido lembrar que o Estado do Grão-Pará e Rio Negro, era uma unidade administrativa que respondia diretamente a metrópole lusitana e não ao Estado do Brasil. Entre meados dos séculos XIII e XIX a Barra do Rio Negro (atual Manaus) foi elevada à categoria de vila e efetivada como capital administrativa da capitania do Rio Negro.

A província foi primeiramente nominada de São José da Barra do Rio Negro e posteriormente de Amazonas em alusão ao rio homônimo, nomeado no expedicionário relato histórico do Frei Gaspar de Carvajal na confluência do Rio Nhamundá, onde pelejaram com a expedição de Francisco de Orellana.

Quando Francisco de Orellana desceu o atual rio Amazonas em busca de ouro em 1541, rumo ao oceano atlântico, o rio era chamado de rio Grande, Mar Dulce ou até mesmo rio da Canela, por causa das grandes árvores de canela existentes ali.

Entretanto, o principal nome dado ao rio era río de las amazonas, devido a resistência vitoriosa das índias guerreiras contra os invasores, relatado pelos expedicionários espanhóis, tal informação foi tão relevante que o rei espanhol Carlos V tomou conhecimento do fato por narrações, onde passou a denominar o rio de “amazonas”, em referência às Amazonas da mitologia grega e concedeu ao expedicionário Orellana o direito de exploração das novas terras, fato que não foi efetivado devido o desaparecimento do mesmo na foz do rio. A arqueologia tem demonstrado que no pré-colonial tardio, existiam assentamento em escala urbana da Amazônia Ocidental, nos arredores do Rio Negro, entre os municípios de Iranduba e Manaus.

Um exemplo da magnitude de alguns sítios pré-coloniais está em Açutuba que apresenta extensão de três quilômetros, situado às margens do rio Negro e estendendo-se para o interior da floresta. Estima-se que chegou abrigar um contingente populacional de milhares de pessoas. Açutuba registra ocupação de longa duração e já com um histórico de ocupação de aproximadamente 10 séculos.

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